Esta política descreve o que o SalãoOS faz com os dados das clientes dos salões que usam o sistema. Ela foi escrita a partir do comportamento real do software, e não de um modelo genérico: o que está aqui é o que o código faz.
Atualizada em 26 de agosto de 2026.
O SalãoOS é uma marca da FLB Soluções Inteligentes LTDA, inscrita no CNPJ sob o nº 41.002.797/0001-43, com sede em Joinville, Santa Catarina, Brasil.
Contato para qualquer assunto desta política, inclusive pedidos de exclusão: WhatsApp (47) 98810-9590.
A pessoa responsável por receber e encaminhar assunto de proteção de dados na FLB é a Aline, e o canal dela é o e-mail aline@salaoos.com.br. É para lá que vai pedido de exclusão, dúvida sobre esta política e reclamação sobre uso de dado.
O WhatsApp (47) 98810-9590 continua valendo como canal adicional, para quem preferir falar por ali — ele não substitui o e-mail acima, que é o endereço oficial do assunto.
O SalãoOS é usado por salões de beleza, e há duas relações distintas — misturá-las é o que costuma tornar uma política confusa na hora que ela importa:
Na prática isso muda uma coisa concreta para a cliente final: o pedido de exclusão se faz com o salão, que é quem tem a relação com ela — ver o item 8.
O salão registra, sobre cada cliente:
Alergia e condição de saúde são dado sensível, e o regime é outro. A LGPD (art. 5º, II) separa da informação comum aquilo que fala da saúde de alguém — e alergia fala. O campo de observação técnica é livre, então é por ele que esse tipo de informação entra: o sistema não tem como distinguir "loiro platinado" de "alérgica a amônia".
Quem responde por isso é o salão, que é o controlador desses dados. Para dado sensível não basta a base legal comum: a LGPD exige uma base específica (art. 11) — em regra o consentimento específico e destacado da cliente para aquela finalidade, ou a proteção da vida e da incolumidade física dela. Não é o mesmo consentimento da caixinha de mensagem no WhatsApp, e um não vale pelo outro.
Na prática, a orientação é curta: registrar ali só o estritamente necessário ao atendimento seguro — o que a profissional precisa saber para não machucar a cliente. Diagnóstico, tratamento, medicação e histórico médico não pertencem a esse campo.
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Os dados não são vendidos, alugados ou cedidos para publicidade de terceiros. Nenhum salão enxerga a base de outro.
Nenhuma mensagem automática saiu até hoje. Nenhuma cliente cadastrada recebeu confirmação de horário, lembrete, aniversário ou campanha do SalãoOS até a data desta política — nem uma. Não há histórico de envio porque não houve envio.
O consentimento continua sendo colhido, na forma do item 6, porque é ele que decide se um dia sai alguma coisa — e o pedido é feito antes, não depois. Enquanto o consentimento de uma cliente estiver pendente ou revogado, nada é enviado para ela.
Isso não é uma opção que o salão liga e desliga na tela: é trava do sistema. O bloqueio está no banco de dados, o salão não tem como contorná-lo, e quando o envio é bloqueado a mensagem não chega a ser criada — não é gerada e descartada.
O sistema registra, em cada cadastro, qual base legal está valendo:
Para os dados de quem contrata o SalãoOS — nome, e-mail, CPF ou CNPJ, meio de pagamento e histórico de pagamentos —, as bases são a execução de contrato (art. 7º, V) e a obrigação legal (art. 7º, II) para o que a legislação fiscal exigir guardar.
Existem dois caminhos, e os dois deixam rastro com data:
Em qualquer dos dois, o sistema grava a data e a origem da autorização e lança um registro na linha do tempo da cliente dizendo quem registrou e quando.
Base importada de planilha não vale como autorização. Quando um salão importa a lista de clientes dele, todo mundo entra com o consentimento pendente — e cadastro pendente não recebe mensagem nenhuma: nem confirmação, nem lembrete, nem aniversário, nem campanha. A planilha da recepção prova que a pessoa é cliente; ela não prova que a pessoa autorizou receber mensagem.
Pelo mesmo motivo, quem já é cliente e marca a caixa na página de agendamento não vira autorizada sozinha: o pedido entra numa fila para alguém do salão confirmar, porque a página pública não verifica se o telefone é mesmo de quem digitou.
A regra é fechada por padrão: só o estado "autorizado" libera envio. Pendente e revogado bloqueiam. Quando o envio é bloqueado, a mensagem não chega a ser criada — não é gerada e descartada.
Fora esses quatro, e das autoridades quando houver obrigação legal, os dados não são compartilhados com ninguém.
A FLB não recebe, não vê e não armazena o número do cartão. Os dados do meio de pagamento são informados diretamente ao Asaas; o que fica no SalãoOS é o identificador da assinatura naquele provedor e a situação dela — em teste, ativa, pagamento atrasado, suspensa ou encerrada.
Nenhum dado das clientes do salão é enviado ao provedor de pagamento — nem nome, nem telefone, nem histórico, nem valor de atendimento. A cobrança é entre a FLB e o salão, e a clientela dele não entra nisso.
O espaço contratado na Backblaze B2 fica nos Estados Unidos — na região que o provedor chama de us-east-005. Guardar ali a cópia de segurança é, na LGPD, uma transferência internacional de dados (art. 33), e esta política declara isso em vez de deixar implícito.
Ela acontece porque é necessária para executar o contrato com o salão: manter cópia de segurança fora do servidor é parte do serviço contratado, e cópia guardada na mesma máquina não protege de nada.
O que atenua a transferência é o formato, e ele já está descrito acima: o arquivo é cifrado antes de sair do nosso servidor, nome e conteúdo. O que chega lá é um bloco ilegível. A Backblaze não tem acesso ao que há dentro — não vê nome de cliente, telefone, observação técnica nem valor de atendimento. A chave não sai daqui.
Os dados de cobrança podem seguir o mesmo caminho, e quem decide não somos nós. A política do Asaas diz que ele transfere dados para fora do Brasil “somente quando estritamente necessário”, “priorizando sempre que possível o armazenamento em servidores localizados no Brasil”. Ou seja: o Asaas não garante que os dados de quem contrata fiquem no país, e a FLB não tem como garantir por ele. Se essa transferência acontecer, ela é uma transferência internacional (art. 33), feita pelo operador e regida pela política dele — que é pública e pode ser lida a qualquer momento.
Isto vale apenas para os dados de quem contrata o SalãoOS: nome, e-mail, CPF ou CNPJ e o meio de pagamento. Nenhum dado das clientes do salão chega ao provedor de pagamento, então nada da clientela entra nessa hipótese.
O pedido de exclusão é feito pelo canal de contato do salão que atende você — o WhatsApp dele, ou pessoalmente. O salão encaminha, e o pedido é atendido manualmente por quem opera o sistema. Se preferir tratar diretamente com a FLB, o canal é o WhatsApp (47) 98810-9590.
Não há, hoje, botão de autoatendimento para isso, e esta política não promete um prazo de atendimento que o sistema não controla.
O cadastro é anonimizado: os dados pessoais deixam de identificar a pessoa e o histórico financeiro do atendimento continua de pé, porque o salão precisa dele para a própria contabilidade. O registro anonimizado, no sistema:
É diferente de excluir, e mais simples: basta pedir ao salão que registre a revogação. A partir daí nenhuma mensagem automática sai, e o cadastro continua existindo para o histórico do atendimento.
As cópias de segurança são cifradas e rotacionadas. Um registro excluído pode, portanto, permanecer dentro de uma cópia antiga até que aquela cópia saia da rotação — as cópias não são reabertas para uso, apenas guardadas para o caso de perda de dados.
Enquanto o salão for cliente do SalãoOS, o cadastro da cliente fica enquanto o salão o mantiver. Nesse período não existe descarte por tempo: a remoção acontece a pedido, na forma do item 8. É assim que esta política descreve porque é assim que o sistema funciona — e enquanto o salão está trabalhando, apagar histórico por relógio seria apagar o histórico de atendimento de quem continua sendo cliente dele.
O relógio passa a correr, e são três marcos:
Dados de cobrança — ressalvado de tudo acima, o registro dos pagamentos e das notas fiscais da mensalidade é guardado pelo prazo que a legislação fiscal exige, 5 anos, mesmo depois de encerrada a conta. Ele diz respeito à relação entre a FLB e o salão e não alcança os dados das clientes dele.
Nenhuma dessas medidas elimina risco por completo, e esta política não afirma o contrário.
Se ela mudar, a data no topo muda junto. Alterações que afetem o uso dos dados das clientes serão comunicadas aos salões.
FLB Soluções Inteligentes LTDA — CNPJ 41.002.797/0001-43 — Joinville · SC
Encarregada de Dados: Aline — aline@salaoos.com.br
WhatsApp (47) 98810-9590 (canal adicional)